VOLTANDO A PISAR NO ACELERADOR

O brasileiro está vivendo entre esperanças e “fake news”. Após amargarmos um período dos mais sombrios em que milhares de pessoas tiveram a sua vida revirada de cabeça para baixo por conta do desemprego e a consequente necessidade de rapidamente arrumar alguma coisa para sobreviver, aragens ainda fracas começam a soprar no horizonte. Pena que as noticias negativas, nem sempre verdadeiras, além de algumas trapalhadas, sempre mal interpretadas pela imprensa negativa, fazem parte desse nosso cotidiano.  

Após vários trimestres com PIB (a soma de tudo que é produzido no país) caindo pelas tabelas, a última medição divulgada mostrou uma tímida, mas consistente recuperação e principalmente uma nova sinalização de tendência. Também caiu o número de pessoas desempregadas e, ainda, contabilizamos neste final de semestre um novo recorde com o maior contingente de pessoas ocupadas, nada menos do que 93,584 milhões. Só para se ter um ideia, esse número – que ainda não é o ideal, exatamente pela taxa de desemprego – é maior do que a soma dos habitantes de vários países europeus.

Há outros sinais como o recorde de financiamento de veículos em julho, quando foram concedidos R$ 11,2 bilhões em empréstimos, a melhor marca desde que a contagem começou a ser divulgada em 2011. Sinais da retomada de capacidade de compra das pessoas.

Em nossa edição deste mês chamamos atenção para a cobertura especial do Congresso Aço Brasil. Estivemos em Brasília e acompanhamos de perto todo o desenvolvimento do evento, que contou com a presença de vários ministros de Estado e membros do alto escalão do governo, bem como do próprio presidente da República, Jair Bolsonaro, que fez um breve relato de seu governo e das realizações já concretizadas.

Entre as demais matérias, chamamos a atenção para aquelas que versam sobre a Automação e a Robotização na Indústria, para a Utilidade dos Tubos de Aço e, ainda, sobre uma questão muito em moda nos dias de hoje: quando devemos negociar preços de nossos produtos com nossos clientes?

Continuamos desejando que você seja o leitor mais bem informado do segmento. E, para isso, contamos com seu apoio em nos apontar falhas, virtudes e sugestões para melhor entregarmos nosso trabalho. Portanto, utilize nossos meios de interação com você e fique à vontade para nos contatar.

Boa leitura!

 

Henrique Isliker Pátria

Editor