SB_Mkt_Geral




IABr

Cresce a produção brasileira de aço

Ainda de forma modesta a produção nacional de aço vem crescendo nas usinas siderúrgicas.

A produção brasileira de aço bruto foi de 5,6 milhões de toneladas no acumulado dos dois primeiros meses de 2019, o que representa um avanço de 0,5% quando comparada com o ocorrido no mesmo período de 2018. Em relação aos laminados, a produção de 3,5 milhões de toneladas equivale a uma retração de 5,5% comparativamente aos mesmos meses de 2018. Já a produção de semiacabados para vendas totalizou 1,4 milhão de toneladas, 4,2% inferior ao registrado no mesmo período de 2018.

As vendas internas acumularam 2,8 milhões de toneladas de janeiro a fevereiro de 2019, apresentando uma queda de 0,7% em relação aos mesmos meses de 2018.

O consumo aparente nacional de produtos siderúrgicos somou 3,2 milhões de toneladas no primeiro bimestre de 2019. Comparando com o mesmo período do ano anterior, houve queda de 1,2%.

As importações cresceram 1,3% no acumulado de 2019, comparativamente ao mesmo período do ano anterior, totalizando 380 mil toneladas. Esse volume resultou em US$ 417 milhões de importação, uma redução de 1,2% na mesma base de comparação.

Quanto às exportações, a Secex/MDIC mudou a metodologia de coleta dos dados do Portal Único de Comércio Exterior, o que poderá gerar alterações e revisões significativas nos resultados de janeiro e fevereiro de 2019, assim como ocorreu entre agosto e dezembro de 2018. Até que o sistema esteja homologado, de forma a dar continuidade à tendência original dos dados, o Instituto Aço Brasil optou por não publicar, temporariamente, os indicadores de exportação.

Dados de fevereiro de 2019

Em fevereiro de 2019, a produção brasileira de aço bruto foi de 2,7 milhões de toneladas, representando uma queda de 1,7% frente ao mesmo mês de 2018. Já a produção de laminados foi de 1,7 milhão de toneladas, 7,9% menor que o apurado em fevereiro de 2018. A produção de semiacabados para vendas foi de 700 mil toneladas, um aumento de 1% em relação ao mesmo mês de 2018.

O consumo aparente ficou em 1,6 milhão de toneladas em fevereiro de 2019, 3,7% superior ao registrado no mesmo período de 2018. As vendas internas apresentaram aumento de 2,8% contra fevereiro de 2018, volume de 1,5 milhão de toneladas.

As importações de fevereiro de 2019 aumentaram 28,5% em volume e cresceram 13,3% em valor em relação ao mesmo período de 2018, registrando 203 mil toneladas e US$ 205 milhões, respectivamente.

Quanto às exportações, a Secex/MDIC mudou a metodologia de coleta dos dados do Portal Único de Comércio Exterior, o que poderá gerar alterações e revisões significativas nos resultados de janeiro e fevereiro, assim como ocorreu entre agosto e dezembro de 2018. Até que o sistema esteja homologado, de forma a dar continuidade à tendência original dos dados, o Instituto Aço Brasil optou por não publicar, temporariamente, os indicadores de exportação.

www.iabr.org.br

 

 

SINDISIDER

Distribuição de Aços Planos mostra reação

Uma clara demonstração da retomada dos negócios é a reação esboçada pelos distribuidores de aços planos

Segundo dados fornecidos pelo Instituto Nacional dos Distribuidores de Aços – Inda no mês de fevereiro a venda de aços planos contabilizou alta de 16,8% quando comparada a janeiro, atingindo o montante de 309,8 mil toneladas contra 265,3 mil toneladas.

Sobre o mesmo mês do ano passado, quando foram vendidas 259,8 mil toneladas, foi registrada uma alta de 19,3%.

Já no que se refere às compras pelas empresas associadas junto às usinas produtoras, ficou registrada uma queda de 17,3% perante janeiro, com volume total de 239,5 mil toneladas. Se comparado a fevereiro do ano passado, foi constatada uma queda de 7,1% com 257,8 mil toneladas.

Com tais números a variação de estoque em mãos dos distribuidores sofreram queda de 7,3% em relação ao mês anterior, com os estoques atingindo o montante de 893,3 mil toneladas. O giro dos estoques caiu, fechando em 2,9 meses de vendas.

No tocante às importações encerraram o mês de fevereiro com alta de 6% em relação ao mês anterior, com volume total de 94,2 mil toneladas. Comparando-se ao mesmo mês do ano anterior (60,8 mil ton), as importações registraram alta de 54,8%.

Segundo a diretoria do Instituto a projeção para o próximo mês, mesmo considerando uma recuperação da economia é de uma queda em torno de 5% nas vendas.

Principalmente porque em março houve o carnaval, e consequentemente um número menor de dias úteis trabalhados.

www.sindisider.org.br

 

 

Abimaq

Os ventos estão soprando a favor dos produtores de máquinas

Imediatamente após a divulgação dos resultados do último mês onde apresentou um crescimento de perto de 24% sobre o mês anterior a diretoria da Abimaq, foi convidada para participar da assinatura de um documento pelo qual o BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social lançou uma linha de financiamento, mais simples e mais ágil, destinado exclusivamente às micro e pequenas empresas que são responsáveis por cerca de 50% dos postos de trabalho do país.

Segundo o presidente do BNDES, Joaquim Levy, não há limites de valores destinados ao programa, mas a expectativa é que a demanda chegue a R$ 1 bilhão rapidamente e se, necessário o banco estará em condições de disponibilizar mais recursos para o programa podendo chegar a R$ 3 ou 4 bilhões.

A nova linha terá limite de crédito máximo de R$ 500 mil por cliente a cada 12 meses, com prazo máximo de até 60 meses e até dois anos de carência. O cliente contará com três opções de juros de referência – Taxa de Longo Prazo (TLP), Taxa Selic (TS) ou Taxa Fixa do BNDES (TFB). A eles será acrescida a remuneração do BNDES, de 1,45% a.a., e a remuneração do agente financeiro, que é negociada diretamente com o cliente final. Com isso, na maior parte dos casos, os juros do financiamento devem ficar em torno de 1,3% a.m.

Por fim a linha BNDES Crédito Pequenas Empresas será oferecida por meio dos agentes financeiros credenciados que repassam recursos do BNDES e que começarão a disponibilizá-la nas próximas semanas. As empresas interessadas podem ir direto aos bancos ou acessar o Canal MPME (www.bndes.gov.br/canal-mpme), que permite encaminhar pedidos de financiamento a um ou mais bancos repassadores.

Voltando a falar sobre a estatística do setor o mês de fevereiro de 2019, apresentou crescimento (+23,8%) na comparação mensal (contra jan/19), impulsionado principalmente pelas vendas para o mercado interno (63,2%), que voltaram ao nível de setembro/18 após uma relevante desaceleração no final de 2018. Com este resultado fica mantido o comportamento sazonal à taxas superiores à média do período pré-crise, fazendo com que a queda acumulada após aquele período recuasse para 37% no primeiro bimestre, 10 p.p. a menos da observada em dez18.

Com isso a receita líquida do setor alcançou R$ 6,5 bilhões contra R$ 9,8 bilhões na média do período 2010-2013. A expectativa é que nos próximos meses a receita mantenha-se acima do resultado de 2018, mas provavelmente à taxas ligeiramente menores que a atual, e encerre o ano com crescimento pouco abaixo do daquele ano (+5%).

O Nuci – Nível de Utilização da Capacidade Instalada ficou 5,8% acima do resultado acumulado no bimestre de 2018. Apesar da melhora a indústria de máquinas e equipamentos continua trabalhando com alto índice de ociosidade. A carteira de pedidos também apresentou melhora no bimestre e ficou 9% acima do mesmo bimestre de 2018. Já no quesito “geração de empregos”, o setor iniciou a retomada e encerrou o ano de 2018 com 300 mil postos de trabalho. No mês de fevereiro/2019, o setor já apresentou aumento no número de pessoas empregadas em cerca de 2%, chegando a 306 mil postos de trabalho. As expectativas são de manutenção das taxas de crescimento.

www.abimaq.org.br