IABr - Instituto Aço Brasil

A recuperação da siderurgia brasileira já é uma realidade. As estatísticas confirmam.

iaBRPara todos que militam no setor é de conhecimento geral que o ano de 2013, foi o grande paradigma a ser buscado, porque representou o ápice do bom desempenho do setor. Ele é sempre lembrado e as comparações são inevitáveis.

Mas estamos saindo de uma crise sem precedentes e qualquer número positivo já é motivo de comemoração. É o que está se consumando em 2018, pois segundo os dados do Instituto Aço Brasil – IABr em 2018 será confirmada a recuperação das vendas internas com crescimento de 8,9% em relação ao ano anterior, somando-se um total de 18,8 milhões de toneladas. Também o consumo aparente cresceu e atingiu 21,1 milhões de toneladas, portanto contabilizando 8,2% de crescimento.

A produção, agora considerados todos os números das produtoras que recentemente ingressaram e passaram a produzir no Brasil, está estimado em 36 milhões de toneladas de aço bruto. As expectativas também são otimistas, para o ano que vem e em uma análise conservadora as vendas internas deverão crescer em 5,8% e o consumo aparente deverá subir em 6,2%.

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Abimaq

Crescimento começa a ganhar consistência.

abimaqNo mês de outubro de 2018, a indústria de máquinas e equipamentos registrou crescimento em suas vendas, anulando parte da perda observada no mês anterior. Em relação a setembro o aumento foi de 1,9% e sobre o mesmo mês de 2017 de 14,4% que pode ser considerado um grande avanço. No período de janeiro até outubro a receita manteve a firme tendência de recuperação, e alcançou 7,7% de crescimento em relação ao mesmo período de 2017. O aumento do faturamento no ano é devido basicamente ao efeito exportações, tanto em função do aumento de volumes exportados quanto do câmbio favorável. O mercado interno mostra sinais de recuperação no período deixando, praticamente, de influenciar negativamente na receita.

O detalhe importante é que o desempenho do setor neste mês fugiu do comportamento sazonal de outros anos ao registrar crescimento de 1,9%. Com isso foi reduzida a distância do desempenho observado no período pré-crise, quando a indústria de máquinas vendia, em média, R$ 11 bilhões. No entanto, a expectativa é de que os últimos meses deste ano sejam de queda, o que tradicionalmente ocorre nos últimos meses do ano, o que não deve impedir que o setor encerre 2018 com crescimento nas suas vendas, em relação a 2017, em mais de 7%.

Com respeito à mão de obra a indústria de máquinas e equipamentos encerrou o mês de outubro/18 com 302,6 mil pessoas ocupadas, um aumento de 0,3%, em relação ao mês de setembro de 2018. Este é o décimo crescimento consecutivo no setor, neste tipo de análise. Em relação ao mês de outubro de 2017 também houve melhora no quadro de pessoal (+4,2%) em resposta ao aumento da produção e das vendas. No ano o setor ampliou o seu quadro de pessoal em mais de 13,5 mil pessoas.

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Anfavea

Batida a barreira de 3 milhões de veículos produzidos em 2018.

anfaveaEm coletiva de imprensa convocada pela Anfavea, foram divulgados os números da indústria automotiva entre janeiro e novembro de 2018. Já foram comercializados 2,33 milhões de veículos este ano, o que significa crescimento de 15% sobre os 2,02 milhões licenciados no ano passado. Os dados mensais apontam para aumento de 13,1% pois foram 230,9 mil unidades em novembro e 204,2 mil no mesmo período do ano passado.

Com isso o setor deve passar de 3 milhões de veículos produzidos pela primeira vez após o forte período de recuo que experimentou nos últimos anos. Esta é a expectativa da Anfavea que projeta o crescimento de 13,2%, o que dá um total de 3,05 milhões de unidades produzidas, sendo 2,93 milhões de veículos leves e 120,3 mil de pesados.

Segundo Antonio Megale, presidente da Anfavea: “Certamente fecharemos este ano com crescimento acima do que planejávamos; 2018 será o ano da retomada do setor e por isso estamos muito otimistas. Já esperávamos uma queda em novembro devido ao menor número de dias úteis em relação a outubro. O importante foi a manutenção da média diária em 11,5 mil unidades”.

As exportações em novembro foram de 34,4 mil unidades, registrando queda de 11,3% contra as 38,7 mil de outubro e 53% menor frente a novembro do ano passado, quando 73,1 mil veículos deixaram o país.

Com respeito aos veículos pesados onde se incluem os caminhões e ônibus, as vendas de caminhões até novembro subiram 49% quando foram 68,4 mil unidades em 2018 e 45,9 mil no ano passado. Somente em novembro 7,7 mil unidades foram vendidas, o que representa alta de 40,3% frente às 5,5 mil de novembro de 2017 e diminuição de 2,7% ante às 7,9 mil de outubro. Em novembro 10 mil caminhões foram fabricados, aumento de 22,3% contra as 8,2 mil de novembro do ano passado e recuo de 8% na análise com as 10,9 mil de outubro. A produção no acumulado do ano apresentou elevação de 29,7% quando comparadas as 98,1 mil de unidades deste ano com as 75,6 mil de 2017.

Segundo Megale a venda deste tipo de veículo estava represada, por isso o fantástico crescimento de quase 50%, além de nossa frota já dar sinais de obsolescência. Ele ainda espera que com a retomada de investimentos em setores básicos como a infraestrutura este mercado deverá ser muito aquecido os próximos anos.

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