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A evolução e as transformações que passamos em 2017
Não há duvida que terminamos o ano de 2017, melhor do que iniciamos. Também não há duvidas de que estamos longe de respirarmos ares de prosperidade em nossas empresas. Infelizmente em vários casos, o futuro ficou comprometido e o retorno às origens com encolhimento e fechamento de setores e até unidades de produção ou comercialização mostrou-se a única saída para a crise, que pegou a todos indistintamente e deixou marcas profundas.
O nosso alento é que ao olharmos para o futuro vamos encontrar sinais inequívocos de retomada da economia e algo que até bem pouco tempo estava longe, que era a retomada da esperança. Todos os institutos que medem o comportamento das pessoas e dos empresários mostram que a maioria dos brasileiros voltou a acreditar que estamos no caminho do crescimento individual e por consequência no crescimento coletivo do Brasil.
Como acontece tradicionalmente em nossa edição de dezembro da revista Siderurgia Brasil, nas páginas seguintes apresentamos uma breve retrospectiva onde retratamos o que mais importante aconteceu neste ano de 2017 e que foi veiculado nas várias edições.
 
Fevereiro de 2017 – Anuário Brasileiro da Siderurgia
capagc2017O ano começava bem e em nossa abertura do Anuário já acreditávamos que existia uma “Luz no fim do Túnel”. Tal afirmação se deu com base nas inúmeras promessas do novo governo que se instalava, como um controle absoluto da inflação, queda dos juros e apreciação do real perante o dólar, o que nos colocaria em condições de maior competitividade.
Nas várias matérias apresentadas no anuário podia-se perceber que a maioria dos comandantes de entidades empresariais via com muita esperança a chegada do novo ano como era o caso do presidente da Anfavea, Antonio Megale que disse “A conjuntura macroeconômica indica fatos positivos como o crescimento do PIB. Inflação convergindo para o centro da meta, reduções contínuas da taxa básica de juros e estabilização do dólar” .A par destes fatos a entidade previa naquele momento um crescimento para o setor na casa dos 4%. Ao longo do ano pudemos ver que a Anfavea promoveu dois ajustes nesta previsão e atualmente trabalha com crescimento beirando aos 10%. Já João Carlos Marchesan, presidente do Conselho Diretor da Abimaq, entendia que o pior já estava ficando para trás e naquele momento havia sinais claros de que as quedas do setor haviam estancando podendo se esperar um retorno, ainda que lento mas consistente de crescimento. Foi dele a famosa frase que acabou dando titulo a matéria no Anuário. “Um ano para esquecer e outro para esperançar” referindo-se ao ano de 2016, recém-terminado e 2017, que se iniciava. Na área da construção civil entrevistamos Carolina Fonseca, presidente executiva do CBCA e Flavio Amary, presidente do Secovi e ambos manifestaram a expectativa do governo retornar aos investimentos no setor da construção civil, pois este setor deve ser considerado como uma das principais alavancas do desenvolvimento e geração de empregos. Já os presidentes de entidades representativas de empresas relacionadas ao processamento de aço, como Carlos Loureiro do Inda e Danielle Pestelli do Sicetel entendiam que suas empresas continuariam a ter dificuldades dado o elevado nível dos estoques, mas que a exportação seria a válvula de escape mais eficiente para este momento. O mesmo sentimento era vivido pelos presidentes Executivo e do Conselho Diretor do IABr, respectivamente Marco Polo de Melo Lopes e Alexandre Lyra que entendiam que com o baixo consumo no mercado interno seria impossível as usinas reverterem o índice de ociosidade que era altíssimo e passava dos 40%. O problema a ser enfrentado era a baixa competitividade do aço brasileiro, em função das anomalias do sistema tributário nacional e o gigantesco estoque mundial de excedentes que passam das 700 milhões de toneladas.
Ainda apresentamos mais duas matérias com Flávio Conde, analista de investimentos da consultoria Whats Call, com 30 anos de experiência no mercado financeiro e especialmente em ações de siderúrgicas nacionais e internacionais e com Moisés Bagagi, economista, professor universitário, consultor empresarial e sócio da Opportunity Consult. Ambos ressaltaram que nos seus entendimentos o “momento ruim” da siderurgia nacional já havia passado. Era o momento da reconstrução com as empresas preocupando-se em reorganizar seus objetivos, repensar em seus processos organizacionais e principalmente começar a se preocupar com seus clientes. A competitividade em função de toda a recessão que não só o Brasil passou, tinha estreitado o espaço do mercado e era a hora de criar novos atrativos, lançar novos produtos, buscar novos métodos de trabalho, reduzir custos e partir para um ataque mais consistente em busca da reconquista do mercado.
Por fim nosso colaborador Marcus Alberto Flocke nos apresentou um resumo de como havia se comportado a área de metais não ferrosos e todas as suas perspectivas para o ano. 
 
Abril de 2017 – Revista Siderurgia Brasil nº 122 
capasb122A primeira novidade apresentada neste ano foi o novo projeto gráfico em que procuramos deixar a revista mais leve, mais atrativa e com mais facilidade de ser manuseada.
Nesta edição apresentamos uma entrevista exclusiva feita com Luiz Augusto de Souza Ferreira, mais conhecido como Guto Ferreira, presidente da ABDI, Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, uma autarquia fomentadora do desenvolvimento, ligada ao Ministério da Indústria e Comércio, Comércio Exterior e Serviços que oferece a indústria um centro de inteligência visando a construção de agendas de ações setoriais e de inovação através de estudos conjunturais, estratégicos e tecnológicos.
Guto Ferreira fez uma análise pormenorizado do ano de 2016 e projetou o que poderia se esperar para 2017, na visão a entidade que preside, não se furtando em falar de empregos, desenvolvimento, inovação na indústria e até mesmo nos aspectos políticos que poderiam impactar negativamente neste desenvolvimento.
O quadro desafiador que nos defrontamos foi assunto de outra matéria importante apresentada nessa edição e que foi gerada após entrevista com o prof. Paulo Ferreira Barbosa, doutor em Economia, especializado em indústria e filiado ao IBE-FGV, um braço da FGV, relacionado a escolas de economia, no interior de São Paulo. Ele disse que o governo brasileiro é caro, porque é ineficiente e que a economia dependia de ações governamentais para decolar.
Mas mostrava muita esperança do governo concretizar o processo de concessões e privatizações que estava engavetado, para que os novos projetos em áreas como telecomunicações, energia, rodovias, ferrovias, portos, aeroportos e infraestrutura em geral, pudessem ser iniciados e levassem o país para a modernidade.
Ainda no campo da Competitividade, Moisés Bagagi, que já havia sido entrevistado no Anuário, nos apresentou um artigo sobre a gestão nas empresas e suas estruturas de custos.
No campo dos assuntos técnicos um importante artigo que nos foi elaborado pelo Eng. Claudio Flor, presidente da Divimec e uma de nossas parceiras permanentes, sobre os procedimentos e equipamentos voltados para o endireitamento de chapas.
 
Junho de 2017 – Revista Siderurgia Brasil nº 123.
capasb123A principal matéria da edição referia-se a recuperação do setor automotivo nacional. Com base em informações apresentadas pela Anfavea, principal entidade que agrega os montadores de veículos no Brasil, houve uma reunião realizada entre os representantes da indústria, o presidente Michel Temer, o ministro da fazenda Henrique Meirelles e vários representantes dos ministérios em que foi apresentado o plano denominado “Agenda Automotiva Brasil” que será a bussola indicadora do setor para os próximos dez anos. Neste programa em que estarão engajados representantes das empresas, entidades empresariais e órgãos do governo serão discutidos os pilares da indústria automotiva brasileira, envolvendo a recuperação de empresas fornecedoras de insumos, lançamentos de novos produtos, aperfeiçoamento tecnológico, pesquisa e desenvolvimento de novos materiais, engenharia e eficiência energética que entre outros assuntos discutirá a criação e produção de combustível limpo e por fim as questões de logística, entraves burocráticos e as relações tributárias e trabalhistas.
Ainda entrevistamos o ex-ministro do Trabalho Almir Pazzianoto que causou polêmica entre nossos leitores ao expressar suas opiniões acerca da reforma trabalhista que naquele momento era a “bola da vez”.
Pra que serve e como funciona um coaching foi o tema de uma matéria apresentada pela engenheira Juliana Isliker que nos contou como esta técnica colocada em pratica cada vez com mais constância nas empresas que buscam o planejamento e a competitividade tem colaborado no desenvolvimento das pessoas e das empresas. Como se faz para sair da zona de conforto e fazer as coisas acontecerem.
Relatamos o perfil e o acontecimento de várias feiras empresariais em diversos pontos do Brasil em que a revista esteve representada e as indispensáveis estatísticas que colocaram nossos leitores a par de todos os movimentos. 
 
Agosto de 2017 – Revista Siderurgia Brasil nº 124. 
capasb124Esta foi a edição preparatória para o Congresso Internacional do Aço, que se realizaria em 22 de agosto em Brasília e acabou sendo distribuída a todos os participantes nacionais e internacionais do evento.
A edição veio recheada de atrativos a começar pela polemica declaração dos dirigentes do IABR, de que o mercado interno não iria se recuperar em 2017 e mesmo em 2018 ainda havia dúvidas quanto a isto. Em pormenores foi explicado porque tal afirmação tinha um conteúdo de verdade e não se deveria esperar muito para os próximos meses.
Apresentamos a segunda parte, já que a primeira foi apresentada na edição anterior de uma matéria técnica acerca do ajuste das máquinas de conformação de tubos e quanto a inobservância de certas técnicas causavam um roubo acentuado da produtividade do setor.
Continuamos batendo na tecla da produtividade e apresentamos duas matérias respectivamente com a professora Juliana Inhaesz, economista da Fecap – Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado e com Marcia Ogawa, líder responsável pelas soluções de Analytics da Delloitte Brasil. A primeira resaltou que se não houver um choque de gestão imediato nas indústrias nacionais, ficará difícil recolocar o Brasil nos trilhos. A atual estrutura produtiva está esgotada e os preços dos produtos têm de ser mais competitivos, para ter chance no disputado comércio internacional. . As empresas não devem só esperar “milagres” do governo, mas olhar para dentro e alterar suas estruturas, sem o que não há como sobreviver.
A segunda entrevistada já entra mais pesado no campo da “Indústria 4.0” e afirma com toda a segurança de quem não aderir a “Internet das Coisas” conhecida pela sigla em inglês IoT o Internet of Things, está fadado ao fracasso. Na era da robótica, da impressora 3D, nas comunicações ultra rápidas, estas novas tecnologias que devem ser implantadas desde o chão de fábrica, tornarão a empresa um sucesso ou um fracasso total em pouco tempo. Hoje seus parceiros podem estar nas mais diversas localidades do mundo e a sinergia entre ambos vai ditar normas nunca esperadas. Cita a GM, produtora de veículos e a AT&T uma empresa de telecomunicações que estão em conjunto desenvolvendo sistemas que permitam manipular veículos à distância.
O Sicetel nos trouxe sua estatística de como se comportava o setor neste momento de retomada e como o comércio exterior vinha contribuindo diretamente para seu sucesso.
Em outro artigo a engenheira Juliana Isliker apresentou um trabalho sobre uma nova técnica de gestão empresarial que é a Constelação Organizacional. Empresas como a Natura, a GE americana e outras já se utilizam deste e de novos recursos para escrever a sua história. 
 
Outubro de 2017 – Revista Siderurgia Brasil nº 125.
capasb125O mercado de tubos de aço está em evidência e entrevistamos Ribamar Bassi, Diretor Comercial da Açotubo que de forma bem espontânea colocou seus pontos de vista sobre o mercado de tubos no Brasil, as dificuldades superadas e os desafios que o setor encontra. Falou sobre política, sobre a formação de sua empresa que é atualmente uma das maiores produtoras de tubos de aço e sobre o que ele espera do Brasil do futuro.
Já no campo institucional e jurídico apresentamos uma bem elaborada matéria pela doutora Marcia V. Vinci, que é líder de nosso departamento jurídico e que abordou um assunto de grande repercussão no momento. A chamada Lei Anticorrupção, a lei 12.846/2013. . Como as empresas devem se precaver contra este problema e quais as consequências jurídicas, pois em casos extremos é prevista até mesmo a dissolução da empresa por problemas de corrupção.
Como a edição estava voltada para o setor de tubos, nada melhor do que no aspecto técnico contarmos com a presença de um especialista e com o artigo intitulado “Os tubos de aço carbono com costura” Ciro de Toledo Pizza descreveu desde a matéria prima, produção e acabamento deste importante produto.
Continuando com o otimismo reinando no setor automotivo apresentamos uma matéria sobre a recuperação da indústria de caminhões incluindo os extra pesados até os mais leves. O sucesso da recente feira Fenatran, realizada em São Paulo, despertou o interesse deste setor de transportes e logística.
Do campo das “reminiscências” garimpamos uma publicação criada em 1987, dedicada a siderurgia brasileira, mas que infelizmente não prosperou. Os princípios daquela publicação são os mesmos que nos norteiam até os dias atuais. A nota de destaque desta matéria é a constatação de nas estatísticas daquele ano a China mostrava uma produção de 51,2 milhões de aço bruto e hoje produz 803 milhões de toneladas. É espantoso!

 

Dezembro de 2017 – Revista Siderurgia Brasil nº 126
capasb126O destaque para esta edição de dezembro fica por conta de termos recebido pela terceira vez consecutiva o “Prêmio Especialistas” que nos colocou como um dos três principais jornalistas de siderurgia do Brasil.
Em matéria especifica sobre o assunto contamos os bastidores da premiação e apresentamos parte das manifestações recebidas de nossos leitores e amigos.
Também falamos da logística e transportes de aço. Em entrevista exclusiva com o Diretor de Logística da Usiminas, ficamos sabendo que o monitoramento constante é chave principal para que seja minimizado o problema de roubo de carga e ainda quais são as técnicas modernas de controle dos processos de logística e transportes de produtos siderúrgicos.
Em outra matéria exclusiva comemoramos o aniversário de 60 anos da Balanças Navarro, uma das empresas nossa parceira nesta caminhada.