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Novos ventos já estão soprando
Já está sobrando um pouco mais de ar para os pulmões das empresas brasileiras. Com os juros do Selic em um dígito a economia, como um todo, parece estar um pouco mais destravada e boas novidades começam a aparecer.  Segundo o Relatório de Mercado Focus  desta semana emitido pelo Banco Central, a estimativa do IPCA, que é o índice da inflação para 2017, está previsto para 3,06% e para o ano que vem em 4,02%. A expectativa do crescimento do PIB agora é de 0,73%. Vários economistas que têm se manifestado acreditam que os juros este ano deverão fechar em 7%.
Ainda contam-se os cacos das empresas brasileiras que estão na UTI com dívidas quase que impagáveis ou desapareceram do cenário fechando definitivamente suas portas.  Mas há as que sobreviveram e agora estão mais fortes.
Neste momento o setor automotivo está em alta, e com isso ele carrega uma cadeia de empresas metalmecânicas e de autopeças a reboque. Neste mês tivemos a realização de uma famosa e tradicional feira de veículos pesados que segundo seus  organizadores mostrou a recuperação do setor de caminhões e pesados, um dos mais afetados pela terrível crise instalada nos últimos anos.  
Pessoalmente em nossas últimas conversas temos sentido que os empresários do setor de aço, na sua maioria concordam que de maio ou junho para cá, a situação tem melhorado e novos contratos já começam a ser fechados o que, prenuncia a retomada consistente do segmento.
Nesta edição que dedicamos ao setor de tubos apresentamos uma entrevista  feita com o  Diretor Comercial de uma das principais empresas brasileiras do setor,  onde ele também demonstra otimismo com o mercado e um artigo técnico que apresenta tudo sobre tubos de aço carbono, suas regras, suas normas, sua composição, etc.
Do fundo do baú, recebemos uma relíquia que ajuda a contar a história recente  do aço no Brasil e de onde  consegui extrair alguns dados surpreendentes dentre os quais a informação de que a China saiu em 1986 de uma produção de 51 milhões de toneladas para 803 milhões no ano passado, enquanto Brasil no mesmo período saiu de 23 para pouco mais de 31 milhões. Faltou explicar o motivo desta discrepância.
A questão do Compliance e da legislação anticorrupção também é destaque na pauta deste mês.
Por fim reiteramos o convite a nossos leitores, para se manifestarem através da coluna Opinião do leitor. Mande suas criticas ou sugestões que teremos o máximo prazer em apresentá-las em nossas próximas edições.
 
Boa Leitura
Henrique Isliker Pátria
Editor Responsável