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Aos trancos e barrancos a democracia brasileira avança. Momentos de tensão têm marcado nossas vidas e, nos campos político e econômico, novidades e surpresas aparecem a todo o momento. Nunca o debate e a discussão de temas políticos haviam tomado as ruas e chegado à população como vem acontecendo atualmente, e eis que se tornou impossível ficar alheio ao que está acontecendo. Todo mundo tem sua opinião!

No cômputo geral houve avanços, uma vez que em meio ao emaranhado de acontecimentos, medidas importantes foram aprovadas, e já se encontram em execução ou em fase de entrada em operação.
O limite para os gastos públicos, a reforma do ensino, a contenção da inflação – ainda que artificializada pela retração da economia – a reforma das leis trabalhistas, a liberação de recursos do FGTS, a repatriação de dólares e a queda de juros são alguns dos acontecimentos que nos fazem vislumbrar um futuro bem mais alvissareiro. Estágio esse, aliás, que preconizamos lá em fevereiro passado, quando afirmamos no Editorial do nosso Anuário Brasileiro da Siderurgia, que os sinais de recuperação ao longo de 2017 seriam tangíveis e bastante expressivos como estamos vendo agora.
Alguns números comprovam essa nossa antevisão, entre os quais a retomada da indústria automobilística, que fez a Anfavea apresentar uma revisão de sua previsão de produção para 2017, que passou a 2,6 milhões de unidades. No mês de julho foram produzidos 224,7 mil veículos, com um crescimento de 17,7% ante o mesmo mês do ano passado. O mercado imobiliário também apresentou um crescimento de 9,6% na venda de imóveis no primeiro semestre em relação ao mesmo período do ano passado, e o Secovi-SP revisou a meta de crescimento para 10% este ano.
Nesta edição da revista Siderurgia Brasil que é muito especial, uma vez que somos um dos media partners do Congresso Aço Brasil, trazemos um balanço geral do setor siderúrgico e apresentamos suas perspectivas na visão dos dirigentes do Instituto Aço Brasil. Fizemos uma entrevista exclusiva com a economista Juliana Inhasz da FECAP, que entre muitas coisas importantes, diz acreditar que, embora possível, ainda vai demorar um bom tempo para reconduzir o Brasil aos trilhos do desenvolvimento.
Já no campo da Gestão Empresarial – que tem sido uma das marcas registradas de nossa publicação – falamos das principais medidas para contenção de custos, da Indústria 4.0, e de como as grandes corporações estão fazendo uso da técnica de Constelação Empresarial para redirecionar seus objetivos. E, claro, um artigo objetivo e simples acerca do impacto das alterações na legislação trabalhista nas empresas.
E para estimular a interação da revista com nossos leitores, criamos nesta edição também uma novidade super especial: a seção Opinião do Leitor, na qual vocês poderão manifestar suas opiniões, críticas e sugestões. Assim, por favor, enviem suas mensagens pra gente!
Boa leitura!
Henrique Isliker Pátria