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A partir desta edição estamos inaugurando a seção “Opinião do Leitor” destinada a reproduzir a expressão de nossos leitores sobre os vários assuntos que se relacionam à nossa publicação. Convidamos a todos a interagirem conosco e seus pontos de vista podem ser manifestados por correspondência ou diretamente para o e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.;
 
 
A necessidade das reformas
O imobilismo na modernização do Brasil que permaneceu nos últimos anos, tornou a profissão de empresário impossível de ser exercida. A cada funcionário novo contratado a empresa está adquirindo uma nova possibilidade de ação trabalhista contra si própria.
Na política quando você vota em um candidato não sabe se está trazendo com ele outros candidatos que você não deseja.
A previdência é aquele desequilíbrio, pois 25% dos aposentados do poder público, autarquias, empresas mistas etc, consomem 75% do valor gasto com aposentadoria, quando os demais 75% da população comum, ficam com os 25% restantes. A lista de inadimplentes da previdência começa nas grandes corporações, times de futebol etc.
É preciso dizer que precisamos urgente de reformas neste país?
Eng.Pedro Teixeira – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Artigos na Revista
“Quero agradecer à revista Siderurgia Brasil por uma vez mais trazer artigos que nos trazem soluções e abrem portas e caminhos em nossas atividades. Na última edição o artigo sobre Coaching me levou a consultar o mercado e em breve iniciarei o trabalho. Muito obrigado por terem trazido a mim esta oportunidade!”
José Paulo Marin
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Entrevista com Almir Pazzianotto
Gostaria de comentar a entrevista com o Almir Pazzianotto apresentado na edição 123 de maio/junho.
As reformas nunca em tempo algum são tão necessárias como agora, mais ainda importante quando ele afirma que este governo não possui legitimidade, pode ser, mas será o único governo com coragem para que se faça as reformas previdenciária, trabalhista e fiscal. Nem um outro terá condições e vontade para isso. E é isso que querem.
A previdenciária é balela que afeta o trabalhador comum, como eu e tantos outros da iniciativa privada, pois quando nos aposentamos recebemos a mísera quantia de R$ 1.000,00 a R$ 2.000,00 enquanto os funcionários públicos, seja Executivo, Judiciário e Legislativo, recebem em média mais de R$ 30.000,00, para não falar nos casos do Judiciário com aposentadoria superior a R$ 200.000,00.
Por que há tanta vontade de tirar o atual presidente do cargo de forma tão intensiva? É por que vai tirar regalias?
Quanto a trabalhista, não sei se o ex-ministro tem conhecimento, temos hoje 3 milhões de ações trabalhistas e isso corresponde a 40% de todas ações no mundo.
Todas as empresas, sem exceção, possuem um passivo trabalhista incalculável e difícil de se prever, uma vez que todo funcionário é uma ação em potencial com valores inimagináveis.
Além disso, cada ação corresponde a uma perícia técnica e uma pericia médica, sustentadas pelos empresários.
Por tudo isso, acho muito tímido que as entidades que representam as classes empresariais, como Fiesp/Ciesp/Sesc, etc. pouco ou nada fazem para que essas mudanças sejam concretizadas. Enquanto os sindicatos que recebem gordas contribuições fazem pressão no congresso, todas essas entidades ficam olhando de longe, paralisadas.
Muitas empresas metalúrgicas fecharam porque somente uma ação trabalhista pode levar o faturamento de um mês e tirar o emprego de dezenas de outros empregados, comprometendo todos os dependentes dessas famílias. É justo?
Armando Barbati Filho Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Anuário da Siderurgia 2017
Este anuário de 2017 foi o melhor de todos já editados. Tenho guardado na gaveta para minhas consultas particulares.
Tulio Francisco Jaconi   Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
A opinião aqui expressada é de inteira responsabilidade de seus autores e não reflete necessariamente o ponto de vista dos editores, que se limitam a reproduzi-las de forma adequada aos leitores.