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Como a aplicação de aço inoxidável na fabricação de determinados equipamentos utilizados  no beneficiamento de café traz ganhos de produtividade.  

Esta sendo apresentada uma novidade para aplicação do aço inoxidável no agronegócio. A Aperam South América desenvolveu protótipos de equipamentos que integram o beneficiamento do café, que segundo a empresa são cerca de sete a dez vezes mais duráveis em relação aos equipamentos  tradicionais e que serão acessíveis também aos pequenos produtores. A iniciativa é resultado de uma parceria técnico-científica da Aperam com a Universidade Federal de Viçosa (UFV), com apoio da Embrapa (Empresa Brasileira de Agropecuária) e da Epamig (Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais), além do Instituto do Inox de Timóteo

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SB 180307 Aperam Inox 03Após pesquisas e discussões com especialistas e visita a uma fazenda de cafeicultura verificou-se que a corrosão e o desgaste eram os pontos críticos dos equipamentos utilizados no processo de beneficiamento do café, especialmente das fornalhas e chaminés. A partir daí em conjunto com a UFV, foi feito um levantamento das possibilidades de uso do inox na agricultura. Três equipamentos utilizados na produção de café ganharam versões em aço inoxidável: um lavador, uma fornalha para aquecimento do ar de secagem do grão e uma de pré-limpeza. “Os equipamentos foram construídos pelo Instituto do Inox, em Timóteo, na região do Vale do Aço em Minas Gerais. No futuro, a instituição e os parceiros poderão, por meio do convênio, capacitar outras empresas para que fabriquem esses equipamentos e os insiram em seus portfólios”.

A próxima etapa prevista são as exposições dos equipamentos para o público especializado, seguidas dos testes em campo, que devem ser feitos ao longo de um ano. O professor titular da UFV, Juarez de Sousa e Silva, especialista em processos de Produção Agrícola, ressalta que os estudos iniciais já permitem vislumbrar uma vida útil de até 20 anos para os modelos em inox contra duas ou três safras apenas dos materiais tradicionais.

“O contato com materiais corrosivos e com o fogo acaba gerando um grande desgaste desses materiais, demandando a substituição das peças e um alto investimento pelos produtores. Com o inox, esperamos gerar ganhos especialmente para os pequenos produtores, que representam 80% dos fabricantes de café no Brasil e muitas vezes não têm acesso às novas tecnologias”, avalia o professor Juarez.  www.brasil.aperam.com