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Siderurgia Brasil - Edição 38

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Conforme prevíamos em nossos editoriais anteriores, o crescimento do setor siderúrgico nacional caminha “de vento em popa”.  Há investimentos brotando de todos os participantes desta cadeia produtiva e, nas próprias declarações de empresários nas  inúmeras entrevistas que apresentamos nesta edição, pode-se notar que o retorno da confiança e que o futuro se mostra muito  favorável para todos.

Segundo o IBS, os números da siderurgia brasileira mostram que houve um crescimento na demanda do mercado interno da ordem  de 18,7 milhões de toneladas em relação ao mesmo período do ano passado. As vendas diretas das usinas para o setor automotivo  cresceram nada menos do que 30% e para o setor de eletrodomésticos 26%, em relação ao ano anterior. Os distribuidores de aço  também exibem números excelentes.

Várias empresas anunciaram nesta edição a abertura de suas filiais e, na matéria sobre centros de serviço, todos reconhecem que  a adaptação e o reaparelhamento com a agregação de novos equipamentos e novos processos, são agora uma exigência do  mercado, que se encontra cada vez mais disputado.

Por sua vez, as feiras empresariais que movimentam o setor estão cumprindo o seu papel e auxiliando na visibilidade e na abertura de novos negócios. A revista Siderurgia Brasil também vem dando a sua contribuição, tornando-se o porta-voz e um ativo participante, trazendo sempre as novidades e acontecimentos do setor.

Mas é preciso ficar atento, pois também nesta edição apresentamos o ponto de vista de importantes economistas sobre os problemas cambiais e de tributos que fatalmente teremos de enfrentar.

A relação custo/benefício dos investimentos está sendo colocada à prova e cada um terá de definir sua melhor estratégia para manter seu market share.

É hora de planejar bem para não perder as oportunidades que o crescimento do mercado oferece.

Henrique Isliker Pátria
Editor Responsável

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