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EstatísticasSiderurgia Brasil — Edição 64ABIMAQ - INDÚSTRIA DE MÁQUINAS CRESCE 15,9% A recuperação do setor tem sido consistente, mas vem sendo acompanhada do aumento das importações de equipamentos com baixa tecnologia. No mês de maio, o faturamento bruto da indústria nacional de máquinas e equipamentos foi de R$ 5,87 bilhões, valor 12,94% superior ao do mês anterior e 13,67% superior ao de maio de 2009. No acumulado de janeiro a maio, o faturamento do setor atingiu R$ 27,75 bilhões, superando em 15,27% o valor acumulado no mesmo período do ano passado. Vale notar, porém, que esse valor é ainda 11,64% inferior ao do mesmo período de 2008.
A produção nacional de aço bruto cresceu 56,9% e as importações cresceram 149,1% no período de janeiro a maio deste ano, em relação ao mesmo período de 2009. Em maio, a produção brasileira de aço bruto foi de 2,9 milhões de toneladas, representando uma elevação de 5,5% em relação à produção de abril e de 50,8% relação à de maio de 2009. No que se refere aos laminados, a produção registrada em maio foi de 2,3 milhões de toneladas, volume de 5,2% maior do que o de abril e 42,4% maior do que o de maio do ano passado. Com esses resultados, a produção acumulada em 2010 totalizou 13,5 milhões de toneladas de aço bruto e 10,8 milhões de toneladas de laminados, o que significou aumentos de 56,9% e 64,5%, respectivamente, sobre o mesmo período de 2009. Mercado doméstico – Quanto às vendas internas, o volume vendido em maio foi de 2,0 milhões de toneladas, ou seja, 12,7% maior do que do mês anterior e 55,3% maior que o volume vendido em maio de 2009. As vendas acumuladas de janeiro a maio de 2010 foram de 8,8 milhões de toneladas, registrando um crescimento de 57,5% com relação ao mesmo período de 2009. Comércio exterior – As exportações de produtos siderúrgicos no mês de maio de 2010 atingiram 654,8 mil toneladas no valor de US$ 419,6 milhões. Com esse resultado, as exportações nos cinco primeiros meses de 2010 totalizaram 3,5 milhões de toneladas e US$ 2,0 bilhões, representando um aumento de 28,9% em volume e de 21,5% em valor em relação ao mesmo período do ano anterior. Já as importações de maio atingiram 494,5 mil toneladas e US$ 433 milhões, totalizando desse modo 2,3 milhões de toneladas de produtos siderúrgicos importados de janeiro a maio, volume 149,1% acima do mesmo período do ano anterior.
O licenciamento de autoveículos tem uma leve retração em maio, mas a produção teve uma considerável evolução em relação ao mês anterior e a maio de 2009. Mercado – De acordo com o levantamento mensal da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), no mês de maio, o volume de autoveículos (veículos leves, ônibus e caminhões) licenciados atingiu 251.087 unidades, volume 9,6% inferior ao de abril, mas 1,7% maior que o de maio do ano passado. No período de janeiro a maio, foram licenciados 1.316.937 autoveículos, o que significou um aumento de 14,6% em relação ao mesmo período de 2009. Produção – Em maio, a indústria nacional produziu 309.629 autoveículos, o que significou um aumento de 6,6% em relação a abril e de 14,9% em relação a maio de 2009. O volume produzido de janeiro a maio foi 1.433.933 unidades, o que representou uma elevação de 20,7% em comparação com o mesmo período do ano passado. Exportação – Em maio, o valor total das exportações de autoveículos e máquinas agrícolas atingiu US$ 1,183 bilhão, evoluindo 27,2% em relação a abril e 77,5% em relação a maio de 2009. No acumulado entre janeiro e maio, as exportações do setor totalizaram US$ 4,714 bilhões, valor 63,3% superior ao do mesmo período de 2009. Emprego – O nível de emprego do setor teve uma elevação de 0,8% entre abril e maio deste ano, passando de 128.839 para 129.807 postos de trabalho. Em relação a maio de 2009, o nível de emprego registrou um aumento 7,8%.
Os estoques da rede de distribuição de aço aumentaram 14,5% em relação a abril, ultrapassando o milhão de toneladas. Segundo o levantamento feito pelo Instituto Nacional de Distribuidores de Aço (Inda) sobre o desempenho do setor, em maio, as vendas caíram 6,5% em relação a abril, totalizando 320,2 mil toneladas. As compras neste período tiveram uma alta de 3,8% em relação ao mês anterior, totalizando 452,1 mil toneladas. Assim, os estoques da distribuição fecharam maio com uma alta de 14,5% em relação ao mês anterior, totalizando 1.040,3 mil toneladas, aumentando o giro para 3,3 meses de estoque. Compras – As compras em maio apresentaram leve alta de 3,8% em relação ao mês anterior, totalizando 452,1 mil toneladas. Quando comparadas a maio de 2009 (241,6 mil toneladas), apresentaram alta de 87,1%. No acumulado do período, as compras (1.896,6 mil toneladas) registraram alta de 80,7% em relação ao mesmo período de 2009 (1.049,3 mil toneladas). Vendas – As vendas de maio apresentaram queda de 6,5% em relação a abril, com total de 320,2 mil toneladas. Quando comparadas a maio de 2009 (278,5 mil toneladas), o resultado foi positivo, alta de 15%. No ano, as vendas (1.641,9 mil toneladas) acumulam alta de 30,5% em relação ao mesmo período de 2009 (1.258,5 mil toneladas). A média de vendas diária ficou em 15,2 mil toneladas, volume 11% menor que o registrado na média diária de abril, mesmo com um dia útil a mais. Estoques – Os estoques de maio apresentaram um crescimento de 14,5% em relação ao mês anterior, totalizando 1.040,3 mil toneladas. Quando comparados a maio de 2009 (905,9 mil toneladas), registraram uma alta de 14,8%.
ICZ - EVOLUÇÃO DOS MERCADOS DE ZINCO, NÍQUEL E CHUMBO A tabela mostra a evolução dos mercados domésticos de zinco, níquel e chumbo. No caso do zinco, os valores correspondem à produção, exportação, importação e consumo aparente (produção interna – exportações + importações). No caso do níquel, os valores correspondem à produção, exportação, importação e consumo aparente. Já quanto ao chumbo, o Brasil importa todo o volume consumido internamente, daí o fato das importações coincidirem com o consumo aparente.
O volume de alumínio primário produzido em maio apresentou a primeira elevação deste ano. De acordo com o levantamento mensal feito pela Associação Brasileira do Alumínio (ABAL), no mês de maio, a produção nacional de alumínio primário atingiu um total de 130,9 mil toneladas de alumínio primário, o que representa um aumento de 1,4% em relação ao mesmo mês do ano anterior. No acumulado janeiro-maio, o setor produziu 634,6 mil toneladas, volume 1,6% menor que o produzido no mesmo período em 2009.
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